Friday, August 12, 2005

João "10 cafés" Saraiva

Olá, eu sou o João Saraiva. Psicótico da palavra, feliz nas faltas que cometo. Sou um futeboleiro, e que joga nos Istas. Passa, passa. Passa lá a bola, pá, antes que eu me chateie porque jogo futebol.
Atchim. Chamaste? Não, espirrei. Pois, ouvi uma saraiva de germes, e pensei que sim. Não. Sim. Pois, já entendi. Ó Saraiva, vê se mancas. Mas eu jogo futebol!
É bom, mas não se pode vender fruta, onde se aprende tudo sobre as frutas, sem ser preciso fazer nada, menos vender a fruta, é tão bom. Pode-se dar corda às frutas, e esperar que elas apodreçam, ou que vão embora, se compradas. Pode-se ter lábia! Fruta, fruta, senhor, vá lá, eu não sou um mendigo, estou só a vender fruta. Insistentemente. E não quero saber da sua irritabilidade, a não ser que me compre fruta! Olhe que é bom para o esófago, e para outros órgãos, mas eu só vendo fruta e não tenho doutoramentos, mas sei tudo sobre a fruta. Repare, esta aqui é um pêssego. E esta, um ananás! É particularmente bizarro, porque é amarelo por fora, mas depois por dentro é amarelo!! É inverosimilmente invernoso, e há a banana, limão, pêssego, ananás outra vez, eu sei, estou a enumerar e a repetir, mas é porque assim, vocês compram os ananases. Diz, pequeno petiz? Diz, mas daqui a nada não precisas de dizer porque vais poder ter uma maçã enfiada na boca. Cuidado para não te engasgares pá, vocês míudos não têm cuidados com o hipotético, nem com as peças de fruta! Vê lá. Tu vê lá. Tu tu vê lá, mas eu não canto numa boys band, só vendo fruta. OOOOOOllllllhhhhhhóóóóóó gelado!!!! Aonde? Não pá, isto é fruta, não é gelado. Eu sei que disse gelado. Mas isso foi só uma maneira de dizer fruta. É que eu sou assim, mas já chega de falar de mim. Diz-me tu coisas, fala-me do sinal que tens no umbigo, e da sua importância para as tuas conclusões sobre objectos de conclusão, como por exemplo sedimentologia, serigrafia, e fazer tricôt. Ok, desconexo, se calhar. Nem sei o que me deu. Para ser desconexo. Diabo, que desconexo. Eu que sou tão conexo, como muitos lápis ainda por afiar, todos em fila, e se estiverem colados uns aos outros. Eu sou assim, conexíssimo, só faço rimas se me pedirem. Mas sou tão conexo, que se calhar prefiro nem fazer rimas. Por isso fala-me do teu olho número dois. Hehe, é tão sorridente. Parece-se com a tua boca triste. Viva a lua! Essas coisas todas que os poetas fazem, de falar de luas, são muito boas, apesar de não venderem fruta. Mas eu sim. Se bem que nunca andei de avião. Hehe. Os pássaros e as luas. É claro que as luas estão mais longe, mas no seu plural, são tanto. Tanto, tanto, tanto. Ai, o amor à distância.. É tão bom, e raramente se vomita, a não ser que se vomite muito, usualmente, mas amar as luas também é um bocado esquisito porque aquilo é só rochedos, disse-me o Zé Lunático. Eu não sei quem tu és, mas não és o Zé Lunático, por isso não quero que mo digas, seria desconexo. Ah, mas cuidado é que se forem muitos na vertical, às tantas os lápis são fortes demais para a cola, que fica pesada demais para a sua força, e cai juntamente com alguns dos lápis. É triste quando os lápis caem, porque os bebés gatinham no chão, e nunca fizeram mal a nenhum escritor, por definição. O escritor por definição usa lápis na orelha, porque também é carpinteiro, achas que não? Mas conheces o gajo? Eu sei do que falo, e não só. Também sei tudo! Mas para além de saber tudo, e isso é que é fantástico, sei do que falo!! É ultra fixe, e é engraçado. Soberbo como os limões.
Automóveis, zzzzuuuuummmmmmmmmmmmmm zzuummmmmmmmmmmmmmmmmm
Baratas mortas, bicicletas com rodinhas, bébé a sangrar do joelho, descobre porquê, enquanto eu vou espirrar. Preciso de ir espirrar, porque espirrar aqui faz mal à localidade, mesmo em sítios com vacina contra a gripe, porque, porque, porque. Depois vou dizer que não percebo porque é que a minha alcunha é "10 cafés", não entendo, acho que vou beber mais um café, ainda não bebi os meus dez hoje, se calhar depois já percebo, e associo o meu 10º café à alcunha, mas só se calhar, entretanto, vou ali mordiscar a quina do segundo armário a contar do primeiro. Armários é fixe e bom, têem cá umas mamas, e a sua destreza é sentimental. São destros de madeira. O pinóquio era de que cor, esquerda ou direita? Ai que milagre horroroso. Ai, tirem daqui esta aparição. Ai, ai, ai! Não gosto nada de aparições porque aparecem no meio do caminho e põem-se a falar em latim sem dizer Ai nem Ui, porque os pássaros as atravessam, é muito místico isto, não percebo, acho que preciso de um café, queres comprar fruta, de que cor é esse teu olho, dói-me a parte esquerda, ai, ai, o Armando é um nome giro e chama-se Nome do Armando, é brutalmente forçado, porque é desconexo ser um nome e ter nome, é tão amacacado, coça as virilhas enquanto tem um nome, como alguns macacos, os da floresta chamam-se UhUhAhAhUH, que eu reparei nisso, eles chamam-se uns aos outros e têem nomes, como alguns nomes. Há até pessoas que têem nome, independentemente do olho ser esquerdo ou direito. Eu desarmo a novidade enquanto pisco o tal olho, não sei é qual, raios. Devia dar um nome ao nome dele, para depois o chamar e lhe perguntar quem é, mas sem complicar demasiado, ai que cansaço que isso me dá só de pensar nisso fora do duche. Que horas são? Atchim, atchim, vocês viram a Leonor Teles quando aconteceu uma coisa, já há muito tempo, já nem sei nada sobre isso, mas viram?? Com que olho, ou são cegos para com o passado? Que seca! Vamos fazer qualquer coisa gira, já sei, vou falar um bocado, é isso, vou falar. Tive uma ideia tão gira. Onde é que está o senhor com quem eu estava a falar? Ah, foi-se embora há uns 23 minutos, é verdade. Já nem me lembrava, porque não dei por isso. Diabo, que coisa, e agora vou dirijir-me a senhoras com porte airoso, e perguntarlhes coisas embaraçosas, como o número de vezes que conseguem saltar ao pé coxinho enquanto entoam canções sobre sirigaitas, essa coisa estranha de que falam os senhores das tabernas, que são aquelas pessoas que não vendem fruta, sabem? Chuta chuta! Entretanto vou desolar a calçada porque vou pensar em jardins, a calçada quando está ciumenta é feita de pedras, armada em lua, às vezes oiço sirenes e penso "Atchim!". Porque espirros também são barulhos, eu não entendo é o que é que este morcego amarelo tem a ver com sirenes e espirros, mas tenho uma suspeita comichosa, por isso vou buscar um disco de vinil, que tem gravado alguns sons. Um som é uma coisa que acontece quando se faz um som! Agora que sabem o que é um som, continuo com comichão. Tudo muda a toda a hora, é isso que é .. que é....
que é..................................
que é.............................................................................
.......................qué...

0 Comments:

Post a Comment

<< Home